Início

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Indicação


Considerado uma obra-prima da literatura brasileira, este longo poema é o mais importante da carreira de Gullar, que mistura aqui lembranças do Maranhão com questões políticas. Foi escrito no exílio em Buenos Aires, em 1975, e chegou ao Brasil em 1976, gravado numa fita cassete trazida por Vinicius de Morais. Virou febre entre artistas e intelectuais, e foi o ponto de partida para a campanha que trouxe o autor de volta ao país.

Aproveitando a dica, nós do blogão, indicamos pra vocês também DENTRO DA NOITE VELOZ, do própio Ferreira Gullar.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Cão Vs Cão


A briga pela corrida pela presidência, de Dilma e Marina tá pegando fogo, então é tempo de cometar, mais isso fica pra próxima postagem.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Um poema meu.

A senhora B****

Quero roubar teu sorriso,
Fazer do teu colo,
O meu infinito abrigo.

Quero ser parte do seu olhar,
Misterioso, que nem a lua,
Calmo que nem o mar.

Somente quero carinho,
E sonhos com um beijo,
Do seu lábio molhado.

Amanhã lhe darei uma rosa,
Depois um jardim,
Num tom de uma serenata,
Os versos do amor sem fim.


Ramon Morays

Obrigado Mari, adorei esse presente.

Amigos, Mari, me deu um presentão, re-escreveu um poema meu, com uma linda paisagem, ficou tão lindo que vou publicar no blog.
Pra quem não sabe Mari, é Marinês Bonacina, ativista cultural, jornalista e escritora, depois coloco o link do blog dela pra vocês acessarem.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Cada uma que me manda por e-mail.

Essa semana estou publicando as coisas que me mandam por e-mail - Mais que falta de criatividade - Nada disso, o que me manda é bem interessante, se não fosse, óbivio, não entraria no blog, né?
Então devorem:

Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola! Posso te fazer uma pergunta?
- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
- O que é política, pai?
- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe trabalhadora; Futuro do país.
- Não entendi. Dá para explicar?
- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa, então eu sou o poder econômico. Sua mãe administra,
gasta o dinheiro, então ela é o governo. Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país e a Zefinha, babá dele, é a classe trabalhadora.
- Entendeu, filho?
- Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que sua mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da babá e viu, através da fechadura, o pai na
cama com ela TRANSANDO INTENSAMENTE........ Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu.
Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou para o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é política...
- Ótimo filho! Então me explica com suas palavras.
- Bom, pai, acho que é assim: Enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente. O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!

me mandaram por e-mail. Então compartilho.

ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!!
SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO
DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS
Essa merece ser lida,
afinal não é todo dia que um brasileiro
dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade,
nos Estados Unidos,o ex-governador do DF,
ex-ministro da educação e
atual senador CRISTÓVAM BUARQUE,
foi questionado sobre o que pensava
da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo
que esperava a resposta de um Humanista
e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente
falaria contra a internacionalização da Amazônia.
Por mais que nossos governos
não tenham o devido cuidado com esse patrimônio,
ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco
da degradação ambiental que sofre a Amazônia,
posso imaginar a sua internacionalização,
como também
de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista,
deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.
O petróleo é tão importante
para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro.
Apesar disso, os donos das reservas
sentem-se no direito de aumentar ou diminuir
a extração de petróleo
e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.
Se a Amazônia é uma reserva
para todos os seres humanos,
ela não pode ser queimada pela vontade de um dono,
ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave
quanto o desemprego provocado
pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais.
Não podemos deixar que as reservas financeiras
sirvam para queimar países inteiros
na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia,
eu gostaria de ver a internacionalização
de todos os grandes museus do mundo.
O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião
das mais belas peças produzidas pelo gênio humano.
Não se pode deixar esse patrimônio cultural,
como o patrimônio natural Amazônico,
seja manipulado e instruído
pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito, um milionário japonês,
decidiu enterrar com ele,
um quadro de um grande mestre.
Antes disso, aquele quadro
deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas
estão realizando o Fórum do Milênio,
mas alguns presidentes de países
tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.
Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas,
deve ser internacionalizada.
Pelo menos Manhattan
deveria pertencer a toda a humanidade.
Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres,
Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade,
com sua beleza específica, sua historia do mundo,
deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia,
pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram
que são capazes de usar essas armas,
provocando uma destruição milhares de vezes maiores
do que as lamentáveis queimadas
feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar
as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida
para garantir que cada criança do Mundo
tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as,
todas elas, não importando o país onde nasceram,
como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista,
aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro,
lutarei para que a Amazônia seja nossa.
Só nossa!


"Não há ponte entre homem e homem...
Pois estranhos somos e estranhos ficamos
Exceto algumas identidades
Em que eu e você nos juntamos.
Ou melhor ainda, onde você me toca
E eu toco você
Quando a estranheza se faz familiar".
(PERLS Frederick)

desculpas.

Caros, leitores, aqui é o Ramon, um dos mediadores do blog, peço-lhes mil desculpas, por tanto tempo sem publicar, mais é que estava doente, outro de recuperação e outro viajando, mais, estou melhor e agora vamos ao que interresa, umas postagens.