Perdoa-me, folha seca, não posso cuidar de ti. Vim para amar neste mundo, e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores pelas areias do chão, se havia gente dormindo sobre o própro coração?
E não pude levantá-la! Choro pelo que não fiz. E pela minha fraqueza é que sou triste e infeliz. Perdoa-me, folha seca! Meus olhos sem força estão velando e rogando áqueles que não se levantarão...
Tu és a folha de outono voante pelo jardim. Deixo-te a minha saudade - a melhor parte de mim. Certa de que tudo é vão. Que tudo é menos que o vento, menos que as folhas do chão...
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas:
uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
Respondeu o tolo:
- Eu sei! Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode -se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A 1a: Quem parece idiota, nem sempre é. A 2a: Quais eram os verdadeiros idiotas da história? A 3a: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda. A 4a: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
Moral da História: O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente.
... é uma doença... porque sempre termina na cama.
Segundo o ADVOGADO...
... é uma injustiça... porque sempre há quem fique por baixo.
Segundo o ENGENHEIRO ...
... é uma máquina perfeita... porque é a única em que se trabalha deitado...
Segundo o ARQUITETO ...
... é um erro de projeto... porque a área de lazer fica muito próxima à área de saneamento.
Segundo o POLÍTICO ...
... é um ato de democracia perfeita... porque todos gozam independentemente da posição.
Segundo o ECONOMISTA ...
... é um desajuste... porque entra mais do que sai. Às vezes nem sabe o que é ativo ou passivo.
Segundo o CONTADOR ...
... é um exercício perfeito: põe-se o bruto, faz-se o balanço, tira-se o bruto e fica o líquido. Podendo na maioria dos casos, ainda gerar dividendos.
Segundo o MATEMÁTICO...
... é uma perfeita equação... porque a mulher coloca entre parenteses, eleva o membro à sua máxima potência, e lhe extrai o produto, reduzindo - o à sua mínima expressão.
Segundo o PSICÓLOGO...
...explicar é FODA!
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OS CEARENSES > O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de tanto ouvir falar dos CEARENSES, decidiu convidar um grupo deles para visitar os Estados Unidos.
> Para mostrar o quanto desejava conhecer os CEARENSES, ele mandou o seu próprio avião apanhá-los em Fortaleza e, ainda, preparar uma grande recepção no hangar presidencial, onde foi instalado um palanque, com banda e cartazes de boas-vindas. > Quando o avião chegou, a banda começou a tocar, os coros a cantar, abriu-se a porta do avião, mas os convidados... não desceram.
> O presidente, sem entender o motivo da demora, mandou seu secretário averiguar.
> O secretário foi ao avião e regressou dizendo ao presidente: > “Senhor, os CEARENSES não querem descer porque estão com medo do Wel”.
> O presidente, mais confuso ainda, perguntou ao Secretário: “Mas, quem é Wel”?
> Para saber quem era, o Secretário regressou ao avião e disse aos CEARENSES: “O Presidente quer saber quem é Wel”?
> E o porta-voz do grupo responde:
> – Nós também não sabemos. Mas, naquele cartaz tá escrito: WELCOME CEARENSES...
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse. - Qual é o gosto? - perguntou o Mestre. - Ruim - disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse: - Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou: - Qual é o gosto? - Bom! - disse o rapaz. - Você sente o gosto do sal?- perguntou o Mestre. - Não disse o jovem. O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse: - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago.
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico o brado retumbante, E o sol da liberdade, em raios fúlgidos, Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza, És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida, Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; "Nossos bosques têm mais vida", "Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro dessa flâmula - "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada Música: Francisco Manuel da Silva
Obs: Será que esses dois versos que estão subilinhado e em negrito, tem mesmo a ver com a realidade de hoje?
Bem essa semana foi muito tensa, para mim e para as datas comemorativas, no dia 19 de abril comemora-se o Dia do Índio, apesar de ser poucas as pessoas que sabem disso, talvez por causa das escolas que não mais têm a atitude de passar para os alunos o que realmente se passa nesse dia. Lembro-me quando criança, nesse dia minha professora (sic), “minha tia da escola”, me pintava todo com a cara de índio, e fazia uma bela fantasia, tinha desfile e tudo, certa vez fui até campeão (mais isso é uma outra história). Era uma maravilha! Hoje já não podemos dizer o mesmo... Mais antes disso no dia 18 de abril teve uma grande comemoração, era o Dia mundial do Livro infantil, em homenagem a uma pessoas que como diria meus amigos, parece muito comigo, talvez pela parte de eu ser uma pessoa culta -modéstia parte- ou por mentir tão bem. (risos).
Mais o dia internacional do livro, segundo a UNESCO, é 23 de abril, mais do infanto-juvenil, é 18 de abril.
Fico indignado quando vejo a mídia ridiculariza com o Lula, mandar bala em Dilma, e aplaudir Serra. O que é isso companheiro? Até parece que o Serra ta com essa bola toda!
Hoje é o vigésimo primeiro dia do quarto mês do décimo ano do século vinte. E hoje é o vigésimo quinto aniversário de morte do saudoso Tancredo neves, o presidente que o Brasil queria, teve, mais não pode governar por causa da sua súbita morte. Esse mesmo vigésimo primeiro dia do quarto mês do décimo ano do século vinte, tem a data tradicional da fundação de Roma, por Rômulo, é o décimo segundo ano de aniversário de morte de Luis Eduardo Magalhães, o Herdeiro da política carlista. E o quarto ano de saudade do Têle Santana.
Mais como nada é tristeza e morte, no dia 22 o Brasil faz quinhentos e dez anos do nosso país.
E a imagem de JK se ver a um crepúsculo, mostrando que podemos transformar o Brasil de 50 em cinco anos...
Em um julgamento de divórcio, o casal briga pela guarda do único filho. A mãe, muito emocionada, tenta se defender: - Meretíssimo Juiz... Esta criança foi gerada dentro de mim... Carreguei Ela durante nove meses... Ela saiu do meu ventre... Eu mereço ficar com ela! O juiz, emocionado e quase convencido, passa a palavra para o marido - engenheiro, que resolve usar o seu lado lógico: - Senhor Juiz, tenho apenas uma pergunta: Quando eu coloco uma moeda em uma máquina de refrigerantes, a latinha que sai é minha ou da máquina?.
Quando criança todo mundo tem um seriado, um desenho, uma novela, ou simplesmente uma brincadeira preferida.
Sim, eu também tive!
E como muitas crianças da minha época ou mais velha, todos adoravam o CHAVES.
Pois é, me lembrei do chaves hoje, por que ouvir um dos meus colegas da empresa da qual trabalho, falar que o seu madruga tinha morrido. Logo assim que cheguei em casa tratei de procurar na internet sobre o chaves, e como sempre, a wikipédia me ajudou, vi e lê a biografia de todos os participantes daquele programa mexicano, ou como eles lá conhecem El CHAVO. Não somente descobrir que o Seu Madruga falecerá em 1988, como também Dona Clotilde, e o Carteiro Jaiminho, estes útimos em 1994.
È ler a biografia do programa me ajudou a compreender muita coisa sobre ele, por exemplo, que a personagem Patty, foi interpretada por três atrizes.