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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Olha o que o papai achou na internet:

O quanto somos inovadores?, por Jorge Gerdau Johannpeter*

A capacidade de inovar define o futuro de qualquer empresa, governo ou nação. Em momentos de crise, quando muitas empresas e seus colaboradores buscam a sobrevivência no mercado, a inovação assume uma importância ainda maior. Entretanto, para adaptar-se rapidamente às oscilações do ambiente e desenvolver soluções criativas, é preciso constantemente perguntar-se o quanto somos inovadores em nosso dia-a-dia.

Numa empresa, espera-se que todos se façam essa pergunta diariamente e as organizações precisam incentivar, cada vez mais, esse tipo de atitude. A inovação, muitas vezes, é vista como o lançamento de um novo produto, mas ela também pode ocorrer nas áreas do design e de processos. Na atividade industrial ou na prestação de serviços, por exemplo, a informática tem sido o principal fator de inovação, gerando ganhos de produtividade imensuráveis.

Para grandes pensadores da gestão moderna, como Michael Porter, Robert Kaplan e David Norton, o uso de determinadas ferramentas ajuda a manter o ambiente criativo, essencial para que haja inovação. Um exemplo disso é a necessária conexão entre a estratégia e a operação dos negócios, de forma que todos os colaboradores saibam como podem contribuir para que a empresa atinja o patamar esperado, ou seja, ao compartilhar um desafio e prover as informações necessárias, há um maior envolvimento das pessoas. Adicionalmente, deve-se sempre buscar a melhoria contínua, por meio do PDCA, um instrumento já amplamente utilizado, tanto no nível operacional quanto no nível estratégico, que significa planejar, fazer, verificar e agir corretivamente.

Para um país ser inovador, não basta apenas o esforço das empresas. É preciso que as suas instituições também estimulem esse comportamento, buscando minimizar a burocracia excessiva, a baixa confiança existente entre os agentes da sociedade e o conservadorismo, os quais destroem a iniciativa das pessoas. E os governos possuem um papel fundamental nessa caminhada. No Brasil, a cultura da inovação precisa ser incentivada, estimulando pesquisas acadêmicas e suas aplicações no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Sem dúvida, o primeiro passo foi dado, por meio da definição de legislações sobre o tema nos níveis federal e estadual.

Um indicador que mostra a realidade nacional é a recente pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). Apesar de os brasileiros figurarem como 13º povo mais empreendedor entre 43 países, apenas 3,3% dos entrevistados no país consideraram seus produtos inovadores. Além disso, 85% deles afirmaram que suas tecnologias são utilizadas há mais de cinco anos, o que demonstra uma limitação competitiva importante.

Num mundo cada vez mais ávido por novidades, a estagnação leva seguramente ao fracasso. Precisamos escolher se queremos ser uma sociedade repetitiva e, consequentemente, estagnada e medíocre, ou se vamos assumir uma atitude inovadora e empreendedora, buscando soluções para enfrentarmos a crescente concorrência no mercado internacional.

*Empresário, presidente do Conselho de Administração da Gerdau

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Indicação


Considerado uma obra-prima da literatura brasileira, este longo poema é o mais importante da carreira de Gullar, que mistura aqui lembranças do Maranhão com questões políticas. Foi escrito no exílio em Buenos Aires, em 1975, e chegou ao Brasil em 1976, gravado numa fita cassete trazida por Vinicius de Morais. Virou febre entre artistas e intelectuais, e foi o ponto de partida para a campanha que trouxe o autor de volta ao país.

Aproveitando a dica, nós do blogão, indicamos pra vocês também DENTRO DA NOITE VELOZ, do própio Ferreira Gullar.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Cão Vs Cão


A briga pela corrida pela presidência, de Dilma e Marina tá pegando fogo, então é tempo de cometar, mais isso fica pra próxima postagem.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Um poema meu.

A senhora B****

Quero roubar teu sorriso,
Fazer do teu colo,
O meu infinito abrigo.

Quero ser parte do seu olhar,
Misterioso, que nem a lua,
Calmo que nem o mar.

Somente quero carinho,
E sonhos com um beijo,
Do seu lábio molhado.

Amanhã lhe darei uma rosa,
Depois um jardim,
Num tom de uma serenata,
Os versos do amor sem fim.


Ramon Morays

Obrigado Mari, adorei esse presente.

Amigos, Mari, me deu um presentão, re-escreveu um poema meu, com uma linda paisagem, ficou tão lindo que vou publicar no blog.
Pra quem não sabe Mari, é Marinês Bonacina, ativista cultural, jornalista e escritora, depois coloco o link do blog dela pra vocês acessarem.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Cada uma que me manda por e-mail.

Essa semana estou publicando as coisas que me mandam por e-mail - Mais que falta de criatividade - Nada disso, o que me manda é bem interessante, se não fosse, óbivio, não entraria no blog, né?
Então devorem:

Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola! Posso te fazer uma pergunta?
- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
- O que é política, pai?
- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe trabalhadora; Futuro do país.
- Não entendi. Dá para explicar?
- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa, então eu sou o poder econômico. Sua mãe administra,
gasta o dinheiro, então ela é o governo. Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país e a Zefinha, babá dele, é a classe trabalhadora.
- Entendeu, filho?
- Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que sua mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da babá e viu, através da fechadura, o pai na
cama com ela TRANSANDO INTENSAMENTE........ Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu.
Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou para o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é política...
- Ótimo filho! Então me explica com suas palavras.
- Bom, pai, acho que é assim: Enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente. O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!

me mandaram por e-mail. Então compartilho.

ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!!
SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO
DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS
Essa merece ser lida,
afinal não é todo dia que um brasileiro
dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade,
nos Estados Unidos,o ex-governador do DF,
ex-ministro da educação e
atual senador CRISTÓVAM BUARQUE,
foi questionado sobre o que pensava
da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo
que esperava a resposta de um Humanista
e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente
falaria contra a internacionalização da Amazônia.
Por mais que nossos governos
não tenham o devido cuidado com esse patrimônio,
ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco
da degradação ambiental que sofre a Amazônia,
posso imaginar a sua internacionalização,
como também
de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista,
deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.
O petróleo é tão importante
para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro.
Apesar disso, os donos das reservas
sentem-se no direito de aumentar ou diminuir
a extração de petróleo
e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.
Se a Amazônia é uma reserva
para todos os seres humanos,
ela não pode ser queimada pela vontade de um dono,
ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave
quanto o desemprego provocado
pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais.
Não podemos deixar que as reservas financeiras
sirvam para queimar países inteiros
na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia,
eu gostaria de ver a internacionalização
de todos os grandes museus do mundo.
O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião
das mais belas peças produzidas pelo gênio humano.
Não se pode deixar esse patrimônio cultural,
como o patrimônio natural Amazônico,
seja manipulado e instruído
pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito, um milionário japonês,
decidiu enterrar com ele,
um quadro de um grande mestre.
Antes disso, aquele quadro
deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas
estão realizando o Fórum do Milênio,
mas alguns presidentes de países
tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.
Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas,
deve ser internacionalizada.
Pelo menos Manhattan
deveria pertencer a toda a humanidade.
Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres,
Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade,
com sua beleza específica, sua historia do mundo,
deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia,
pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram
que são capazes de usar essas armas,
provocando uma destruição milhares de vezes maiores
do que as lamentáveis queimadas
feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar
as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida
para garantir que cada criança do Mundo
tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as,
todas elas, não importando o país onde nasceram,
como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista,
aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro,
lutarei para que a Amazônia seja nossa.
Só nossa!


"Não há ponte entre homem e homem...
Pois estranhos somos e estranhos ficamos
Exceto algumas identidades
Em que eu e você nos juntamos.
Ou melhor ainda, onde você me toca
E eu toco você
Quando a estranheza se faz familiar".
(PERLS Frederick)

desculpas.

Caros, leitores, aqui é o Ramon, um dos mediadores do blog, peço-lhes mil desculpas, por tanto tempo sem publicar, mais é que estava doente, outro de recuperação e outro viajando, mais, estou melhor e agora vamos ao que interresa, umas postagens.

domingo, 22 de novembro de 2009

Um pouco mais...

Essa semana foi marcada em todo o país pela semana da Consciência Negra, festa de sambas e terreiro do hunbanda foi palco e cenário para ativista negros, mas nosso blogão não ficou de fora, ao contrário, foi um dos responsáveis pelo festival de cultura negra do bairro de Mussurunga, na periferia de Salvador.
Nosso blogeiro Ramon, também ativista, participou da festa.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O mundo precisa deles...















Cada ano que passa vários negros se destacam, mostrando ao mundo e as pessoas que apesar do racismo exisir, ós não desistimos. "...Afinal o sol nasce para todos só não sabe quem não quer..."

Joaquim barbosa, Luislinda Dias, Barack Obama,Bob marley, Gilberto Gil, Marina Silva, Nelsom mandela,Juliano moreira, Martinho da vila, Pelé, Machado de assis, Mãe Menininha Gantois, Elza Soares, Lázaro ramos. Nós nos destacamos em todas as partes.

"Que importa do nauta o berço,
Donde é filho, qual seu lar?
Ama a cadência do verso
Que lhe ensina o velho mar!
Cantai! que a morte é divina!
Resvala o brigue à bolina
Como golfinho veloz.
Presa ao mastro da mezena
Saudosa bandeira acena
As vagas que deixa após."

CASTRO ALVES (NAVIO NEGREIRO)

Voltaire Fraga- Um fotografo desconhecido


Nesse mês de Nov./Dezembro, temos a honra de colocarmos como papel de parede do blog, uma imagem de Voltaire Fraga, um dos grandes gênios da fotografia baiana.
Que Infelizmente faleceu em 2006, sem glória e nem brilho da fama por suas fotografias.
Essa é nossa homenagem póstuma a Voltaire Fraga.


sábado, 14 de novembro de 2009

Uma linda imagem da capital bahiana...



Monumento da praça Visconde de cairú- Autor
Marcos Jaime

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O dia em que um blog virou livro...


Vixe coisa “aretada”! – como diz aqui na Bahia. È assim que foi minha semana, chegando tarde do trabalho e saindo sedo pra aula, mais enfim, tudo tem seu preço, e esse foi o que eu paguei pra ficar dois dias em casa de pernas pro ar. Só assistindo TV e claro, não poderia deixar de escrever no NOSSO BLOGÃO.
Mas uma pergunta relevante se aproxima, deixe me ver o que escreverei, qual tema... Hum... Esse não, sobre o apagão também não.
Já sei vou falar sobre um novo livro do qual faço parte, o novo livro do AGUINALDO SILVA, o DEU NO BLOGÃO. Como assim faço parte? Sim faço, pois antes de blogueiro, sou também leitor do blog desse gênio que é o Aguinaldo, autor das mais novelas importantes para o publico brasileiro, das novelas que realmente tem importância significativa para nós povo nordestino sofrido, que não passeia no Leblon, nem toma sorvete em Copacabana.
Sim, além das revistas estarem presentes, as estrela da TV, muitas delas global, marcaram presença, e claro a RAINHA não poderia falta, a própria Suzana Vieira, que além de linda é maravilhosa atriz.
Mais bem vou deixar essa história pra depois, porque o que interessa mesmo é que me sinto feliz e honrado com o livro, pois via o blog está sendo bem utilizado e lido com freqüência por milhares de pessoas, que ao invés de ficar na internet ao ver besteira, está usando-a pra literatura, e opinião publica. Isso que é o mais importante.
Breve estou comprando meu, fui em 2 livraria e não achei, nada de preocupação, breve eu acho e tratarei de devorá-lo de imediato. E vocês tratem de compra o seu.
Aproveite e visite o blog dele, deixarei o link abaixo:
http://bloglog.globo.com/aguinaldosilva/

domingo, 8 de novembro de 2009

Um homem chamado Drummond PARTE 1



Mundo grande
 
Não, meu coração não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso freqüento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias:
preciso de todos.

Sim, meu coração é muito pequeno.
Só agora vejo que nele não cabem os homens.
Os homens estão cá fora, estão na rua.
A rua é enorme. Maior, muito maior do que eu esperava.
Mas também a rua não cabe todos os homens.
A rua é menor que o mundo.
O mundo é grande.

Tu sabes como é grande o mundo.
Conheces os navios que levam petróleo e livros, carne e algodão.
Viste as diferentes cores dos homens,
as diferentes dores dos homens,
sabes como é difícil sofrer tudo isso, amontoar tudo isso
num só peito de homem... sem que ele estale.

Fecha os olhos e esquece.
Escuta a água nos vidros,
tão calma, não anuncia nada.
Entretanto escorre nas mãos,
tão calma! Vai inundando tudo...
Renascerão as cidades submersas?
Os homens submersos – voltarão?

Meu coração não sabe.
Estúpido, ridículo e frágil é meu coração.
Só agora descubro
como é triste ignorar certas coisas.
(Na solidão de indivíduo
desaprendi a linguagem
com que homens se comunicam.)

Outrora escutei os anjos,
as sonatas, os poemas, as confissões patéticas.
Nunca escutei voz de gente.
Em verdade sou muito pobre.

Outrora viajei
países imaginários, fáceis de habitar,
ilhas sem problemas, não obstante exaustivas e convocando ao suicídio.

Meus amigos foram às ilhas.
Ilhas perdem o homem.
Entretanto alguns se salvaram e
trouxeram a notícia
de que o mundo, o grande mundo está crescendo todos os dias,
entre o fogo e o amor.

Então, meu coração também pode crescer.
Entre o amor e o fogo,
entre a vida e o fogo,
meu coração cresce dez metros e explode.
– Ó vida futura! Nós te criaremos.


Do livro Algumas poesias.
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Esculturas da Mário Cravo Jr.


               Por Ramon Buccleuch Morays



Encontra-se na Parque metropolitano de pituaçú, a orla de salvador,Jd. Iracema, s/n - Pituaçu
41740-420 Salvador - Bahia - Brazil, uma grande coleção de esculturas de Mário Cravo Jr.



Mario Cravo Junior nasceu a 13 de abril de 1923 em Salvador, Bahia, Brasil. Desde a adolescência interessa-se por desenho e pela astronomia.
Trabalha no atelier do santeiro Pedro Ferreira e em 1945 casa-se com Lúcia, estagia no atelier do escultor Humberto Cozzo no Rio de Janeiro.
Sua primeira exposição individual é levada a efeito em 1947, com esculturas e gravuras, no edifício Oceania em Salvador. Foi morrar na alemanha, durante um bom tempo, e no EUA.
A partir de 1994 inicia o "Espaço Cravo", um parque de escultura ao ar livre no qual vem se dedicando à construção de esculturas de grande porte, estáveis, móveis e sonoras, assim como, desenvolvendo experiências no campo da Computação Plástica. Executa a Cruz Caída do Belvedere da Sé para a Prefeitura de Salvador em 1999, uma escultura monumental em aço inox com 12 metros de altura, a ser inaugurada em 29 de março data comemorativa dos 445 anos da fundação da Cidade do Salvador, e que, concomitantemente, homenageia-se a antiga Sé Primacial do Brasil derrubada em 1933.
È pai do artista plático Mario Cravo Neto, faleciddo em 2009.


mais informações: http://www.cravo.art.br/
                           
                              http://www.cravo.art.br/pohistorico.htm



Mário Cravo Jr. no ateliê, abaixo, iemamjá, 1958, uma de suas esculturas mais famosas, na praia de Itapuã, Ssa, Bahia.                                                        






quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Salvador- Que quase ninguém conhece

Fotos por Marcos Jaime




Baía marina em seus ângulos

Olha nós de novo...

                                                                                                           Por william shinoda 02.11.09


Quem falou que vamos ficar um mês sem post?
Nunca!..Aoesar de 2 dos nossos 3 colaboradores estarem adoecidos, 1 ainda restar, então, vai ter que nos aturar..Afinal para que serve um blog, além de publicar post's bons pro leitor?
Pois via, águas loram e vamos ao lero..
publicarei uma foto do nosso blogueiro Ramon Morays que estar adoecido, uma foto do campo santo, cemitério local da cidade, uma obra de arte gótica. Em homenagem ao dia 2 de novenbro- Dia de finados.

O anjo da morte, levando a alma do pecador.

domingo, 18 de outubro de 2009

Conheça nossos colunistas...

                                                                        

                                                                       RAMON BUCCLEUCH MORAYS-poeta, escritor, ativista cultural, militante de esquerda.

Ouve Rock, Pop, Mpb, ateu. Atulmente faz seviços volutários com jovens da periferia..











VINY AMARAL, músico, cristão, gosta de ouvir rock, punk...Tem grande influencia Norte-americana.













WILLIAM SHINODA-  fã do rock, rock clássico, cátolico, ambientalista, vegetariano, estudioso dos animais.



OBS:SÃO JOVENS COMPLETAMENTE DIFERNTES E QUE TEM VISÃOES E IDEALIZAÇÕES DO MUNDO...
O QUE É QUE VAI DAR???

O professor e o aluno...

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:


-Quantos rins nós temos?

-Quatro! - Responde o aluno.

-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles q sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - ordena o professor a seu auxiliar.

-E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressão usada p/ o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.



A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!!!

Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem q o tem, se acham no direito de subestimar os outros...


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

VEGETARIANISMO

"Que o teu alimento
seja o teu medicamento."



Hipócrates

O Pai da medicina




(460? - 377? A.C.?)











Vegetarianismo



I



Alguns dados históricos





Há algumas décadas, especialmente, em Portugal, ser vegetariano era algo raro. Também era alvo de muitos preconceitos, como de algumas críticas.

Em Espanha, já na década de 60, havia sumos de frutos que eram controlados pela Direcção-Geral de Saúde deste país, alguns até recomendados com efeitos benéficos para a saúde. Esses eram caros; havia muitos outros sumos mas de fraca qualidade.

Também as unidades hoteleiras tinham outra visão sobre esta área, como entre os profissionais da saúde.

Ainda algo mais recente, em finais da década de 80, um grupo de vegetarianos organizou um almoço de confraternizaçã o numa unidade hoteleira, a um Domingo. No final, o gerente perguntou-nos se estávamos satisfeitos com o serviço? Sim, em parte… Bem, em Espanha, já temos muita experiência nesta área, aqui foi a primeira vez.

Mas deixemos estas realidades e vamos um pouco à História do Vegetarianismo.

Ao longo da evolução da Humanidade, começámos por ser frugívoros, tínhamos como base da alimentação, os frutos; mais tarde, por necessidades evolutivas, a carne e o vinho foram acrescentados.

Só que, ao longo dessa mesma evolução houve sempre seres que seguiram este regímen, por ideal espiritual e não só.

Já antes de Cristo, vemos figuras como Pitágoras, Platão, Ovídio, e muitos outros como alguns profetas do Antigo Testamento; por outro lado Jesus-Cristo dizia a Seus discípulos que, onde ides, comei do que vos derem, o que indica que seguiam uma alimentação própria; mas que essa conduta não devia entrar em choque com os hábitos das outras pessoas. Como mais tarde disse São Paulo, por outras palavras, devíamos ser vegetarianos, só que alertou para o facto de que o que é mais perigoso é o que sai da boca e não o que entra, isto no campo alimentar.

Com efeito, jamais devemos ser fundamentalistas, seja em que área for.

Tudo tem o seu tempo.

Há que saber mudar de COSTUMES, incluindo, nesta área. No futuro certamente que a Humanidade voltará a seguir este regímen.

Por agora, lembramos apenas outras figuras da Humanidade que foram vegetarianas. Entre elas, temos Leonardo da Vinci que defendeu que “tempos virão em que matar um animal será considerado um crime”; quando uma figura do nível de Leonardo afirma tais palavras que dizer? Bem, muitos outros como, Paracelso, Voltaire, Newton, Einstein, Tolstoi, ambos no final da vida, Gustavo Mahler, esse grande compositor; muitas pessoas ligas às artes, como às ciências, às letras e à política, caso do alemão Fischer, do partido “Os Verdes”.





Vegetarianismo



II



Outros elementos

Diz-me o que comes,



que te direi quem és.



Provérbio

Desde que começámos a evoluir no estado humano quantas transformações já existiram em nossos hábitos alimentares?

No próximo número analisaremos esta evolução, investigando o texto bíblico.

Por agora, juntamos outros dados sobre esta conduta alimentar.

Há seres humanos que desde tempos imemoriais seguiram o caminho recto de libertação. Este exigiu profundas mudanças na mente, no corpo de desejos, veículo dos sentimentos e emoções, no corpo vital, matriz do corpo físico, veículo dos hábitos e no corpo denso. Entre essas mudanças, estiveram e estão os hábitos alimentares.

Tais pessoas seguiram este regímen por Ideal, por amor aos animais.

Porém, tem havido e há muitas pessoas que o seguiram ou o seguem, por motivos da saúde e outras por motivos estéticos, designadamente, entre os Egos que usam corpos femininos, expressão de Vénus, da Beleza.

Numa análise sociológica e não só acaba-se por concluir que muitos dos Egos que seguem ou seguiram este regímen com esta última finalidade, a beleza exterior, sempre efémera, acabaram por seguir as vibrações negativas de Vénus, entre as quais o exibicionismo, etc, com fins lucrativos, e assim por diante. Estamos certos ou errados?

Procuremos o Bem em tudo. Neste caso, não terão havido, também, alguns efeitos positivos? A expressão de Vénus não terá e tem ajudado a vencer o raio de Marte, o deus da guerra? Mas as lutas continuam e de que modo, cada vez mais violentas?

Bem, tudo tem o seu tempo e todos os efeitos têm as suas causas.

Há que reconhecer que dos idealismos à realidade, temos de percorrer um longo caminho. Portanto, mesmo neste último caso, houve e há benefícios. Evitemos censuras e vamos em frente.

Começamos com um ditado sobre a sabedoria popular. Em parte é uma verdade, mas nada de generalizar.

Há pessoas que ou foram vegetarianas ou o são e contudo suas vidas foram algo tenebrosas.. .

Razão tinha São Paulo: o pior é o que sai da boca.

Todavia, analisando as vidas e obras dos seres humanos vegetarianos, não só os que já focámos, mas tantos outros desde Gandhi, o apóstolo da não violência, que acreditava em Cristo e tudo queria com Ele, mas que tinha as maiores reticências com a conduta de muitas pessoas que n’Ele crêem, até Abraham Lincoln, um dos maiores e o mais libertador presidente dos E.U.A., à actriz Brigitte Bardot, defensora dos animais, a Ricardo Wagner, outro grande compositor, até milhares, miríades de seres mais ou menos desconhecidos, a Rousseau, o grande defensor dos direitos humanos; até ao filósofo Shopenhauer que defendia que toda a pessoa que era cruel para os animais, era de baixo carácter, como a Max Heindel e tantos outros.





Vegetarianismo



III

Só me interessa uma Religião,



aquela que em seus ensinamentos



exista o respeito pelos animais.



Abraham Lincoln



Em determinada fase da nossa evolução, há miríades de anos, a alimentação do ser humana era frugívora.

No texto bíblico, em Génesis, Cap. 1, vers. 29: Eis que vos dou todas as ervas com semente que existem à superfície da Terra, assim como todas as árvores de fruto com semente, para que vos sirvam de alimento.

Sendo, assim, a nossa alimentação seria: frutos e cereais.

Mais tarde, após os diversos dilúvios, foi introduzido o consumo da carne. Era necessário, por motivos evolutivos, alimentos mais grosseiros para corpos mais densos para que esquecêssemos os mundos espirituais. O materialismo começou a imperar cada vez mais até que ele seja alvo de vómito, de profunda alergia.

Por isso, houve uma alteração alimentar: tudo o que se move e tem vida, servir-vos-á de alimento; dou-vos tudo isso, como já vos tinha dado as plantas verdes. Somente não comereis a carne com o seu sangue.

Todavia, há um alerta: Pedirei contas do vosso sangue a todos os animais. Génesis, Cap. 9, vers. 3.

Isto sucedeu há mais de um milhão de anos, de acordo com os ensinamentos da Escola Rosacruz.

Note-se que as plantas verdes foram dadas de alimento mais tarde à primitiva alimentação: Génesis, Cap. 3, vers. 18.

Com Moisés, para o povo eleito, eis determinadas advertências, focando quais são os animais que não poderão servir de alimentos.

Há muitas outras alusões à alimentação no Antigo Testamento, como em Números, Cap. XI, etc.

Lembremos o profeta Daniel que toma a resolução de não se manchar com o alimento do rei e com o vinho que ele bebia. Pediu para ele e os seus companheiros apenas comerem legumes e água como bebida. Os soldados temeram esta recusa de Daniel, mas aceitaram. Ao fim de dez dias estavam bem nutridos e de boa saúde.

Finalmente, S. Paulo em Carta aos Romanos, Cap. XIV, vers. 21, lembra o que não devemos comer e beber. Mas, chama a atenção, como já afirmámos que o que é pior é o que sai da boca.

Portanto, temos de saber analisar como deve ser a nossa alimentação, nesta fase evolutiva, em que vai haver necessidade de corpos menos densos, para a criação de uma melhor civilização. As condições evolutivas vão exigir corpos mais subtis e quem os não construir, poderá perder esta evolução, além de sérios problemas em muitas áreas desde a saúde até à capacidade espiritual.

Estes dados devem ser considerados para as novas indústrias alimentares, como para a agricultura, como em outras áreas desde a saúde ao meio ambiente.





Vegetarianismo



IV



A Alimentação Humana

ao Longo de sua Evolução,

de Acordo com as Teorias Materialistas

As ciências, mais ou menos materialistas têm evoluído de tal forma que em diversas áreas desde a astrofísica, até à paleontologia e à arqueologia e anatomia e assim por diante, começa a transformar- se em algo espiritualizada.

Seja como for, temos de reconhecer que os estudos, as investigações em todas estas áreas têm tido uma enorme importância para conhecer muito melhor a Humanidade, como os mistérios da vida e da morte. Pena é que em grande parte se materializou com efeitos nefastos.

Uma coisa é certa também, cada vez mais se reconhece que aquilo que, hoje, consideramos como verdade, amanhã, uma nova descoberta poderá alterá-la. Esta mentalidade que não há verdades absolutas nem conhecimentos infalíveis, é sinal que estamos aptos a dar novos passos rumo a uma ciência espiritualizada que irá contribuir para a libertação da Humanidade e não só, irá amar os animais como respeitar cada vez mais as Leis da Natureza, que são Leis Divinas a que todos temos de saber entender e trabalhar em Sua sintonia, senão os efeitos poderão ser fatais e alguns já são bem visíveis.

Temos vindo a considerar os actuais antropóides, (gorilas, bonobos, chimpanzés, orangotangos) como nossos antepassados, só que estes serão na realidade os tais elos ou serão formas degeneradas que os actuais seres humanos já usaram há alguns milhões de anos? Eles são da evolução hominal, em vias de se perderem; alguns, porém poderão ainda recuperar, enquanto seres usando formas mais humanas poderão perder-se neste comboio evolutivo, casos de grandes ditadores, de grandes manipuladores da mente humana, no fundo magos negros.

Bem, vamos até aos australopitecos, formas que usámos há mais ou menos 4 milhões de anos, ou seja, na Época Atlante, segundo a ciência espiritualizada, antes dos enormes dilúvios. Não há certezas sobre como se alimentavam, mas tudo leva à conclusão que seriam vegetarianos.

Com o Homo Habilis, isto é que já tinha a habilidade para usar utensílios, incluindo para comer carne, isto é, há cerca de 2,5 milhões de anos, eis que começámos a comer além dos frutos, base ainda alimentar, alguma carne. Ainda estamos na Época Atlante, mas já em seu final.

Mas eis que surge o Homo Erectus, mais ou menos há 1,5 milhões anos, o qual já usaria meios mais avançados para a caça. Começou o uso da carne, como de gorduras de animais.

Porém, as recentes descobertas concluíram que afinal esta forma não será a resultante da anterior, mas que ambas viveram lado a lado. Isto prova que a evolução não é linear, pois ela é cíclica e em espiral e que temos muito ainda que investigar com mente aberta e livre de preconceitos, unindo a ciência com uma religião científica.

Por fim, temos o Homo Sapiens que terá surgido, mais ou menos, há 150 mil anos. Mais recentemente, há 40 mil anos, eis o Homo Sapiens Sapiens e este espalha-se por toda a parte, até aos nossos dias.





Vegetarianismo



V



Os Alimentos na Evolução Humana



De Acordo com a Escola Rosacruz

Já vimos a evolução alimentar de acordo com o texto bíblico, o qual, embora não seja um livro aberto, mas pleno de símbolos, alegorias e até mitos; do Antigo Testamento não existe uma única linha, além dos erros de tradução e de censuras, contudo há muito de enorme valor, como noutros antigos textos religiosos.

A Escola Rosacruz procura unir a Ciência com a Religião. Neste caso, defende que a carne e mais tarde o vinho foram introduzidos na alimentação humana, como factores evolutivos. Dada a tendência cada vez mais materialista dos seres humanos, a carne e o vinho vieram incentivar ainda mais essa inclinação, contribuindo, contudo, para que criássemos instrumentos que nos ajudariam em nosso trabalho, usando menos esforço, mais maquinaria, mais tecnologia!! !

Na Época Atlante que terá começado há cerca de 8 milhões de anos, após enormes mudanças no globo terráqueo, terminando, assim a Época Lemúrica, do célebre continente Mu, eis que a carne começou a ser introduzida na alimentação humana.

Nimrod, figura do texto bíblico, representa o ser humano da Atlântida que comia carne, ele era um caçador poderoso.

Noé que representa os atlantes remanescentes que conseguiram construir os seus corpos de forma a poderem viver na nova Terra, a actual, após os dilúvios, além de comerem carne, pois foi introduzido um novo produto, o vinho, daí Noé se ter embriagado. Começara a Época Ária, actual, há cerca de um milhão de anos.

Desde então quantas e quantas lutas e guerras por posses mais ou menos egoístas?

Contudo, sempre houve alguns seres humanos que continuaram seguindo a alimentação vegetariana.

Na Escola de Pitágoras, o regímen vegetariano era seguido; como em outras no Oriente e no Ocidente, como entre os Nazarenos, os Essénios, etc.

Quanto mais pensarmos em matéria, desde bens até outras posses e actos de mais ou menos profundo materialismo, mais carne precisamos para substituir o desgaste dos tecidos; só que estamos chegando a um momento evolutivo em que os corpos necessitam de evoluir para outro estado de ambiente terreno e como tal vamos ter de usar corpos mais subtis, mais etéreos, para assim eles ser melhores canais da sabedoria espiritual e nos libertarmos da pesada cruz da matéria, uma grande ilusão que nos tem dado sofrimento e dor, embora por vezes sob a capa de conforto e bem-estar ilusórios. A carne começa a ser uma das causas de graves doenças e não só, como de poluição do meio ambiente.

Contudo, não podemos mudar de regímen de qualquer forma, temos milhões de anos de consumo de carne, logo a mudança deve vir de dentro; muitos estudantes rosacrucianos ainda consomem carne e bebem vinho; a ninguém é obrigado a seguir este ou aquele regímen; as mudanças têm de vir de dentro.

Quanto mais soubermos mudar de hábitos, cultivando a temperança e outras virtudes e a principal a do AMOR, melhor será para todos nós.

Analisando as mudanças alimentares já em curso, há um maior consumo de doces, o açúcar será um dos meios de mudar de hábitos isto no campo das bebidas, só que devemos procurar doces com produtos não artificiais, desde bons frutos de agricultura biológica, mel biológico, e outros.

As pastelarias aumentam, eis uma realidade da mudança de hábitos. Outros estão pela frente rumo à Idade do Aquário.

Na EVOLUÇÃO OU AVANÇAMOS OU RETROGRADAMOS. A ESCOLHA É NOSSA.





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VI



Os Nazireus, Os Nazarenos e Jesus

Na revista “ROSACRUZ”, saíram artigos diversos sobre estas comunidades, uns em 1965, outros em 1976 e 1977, de autoria de Francisco Marques Rodrigues, cuja vida e obra irá ser alvo de muitos estudos e de grande admiração, nos séculos vindouros.

Sabemos que Nazireu vem do hebraico Nâzar que quer dizer, consagrar, abster-se de algo.

Com efeito, os Nazireus consagravam as suas vidas ao serviço amoroso e humilde, a Deus, abstendo-se de tudo o que os pudesse tornar impuros desde pensamentos, sentimentos até actos.

Entre os seus costumes estava o de não cortarem os cabelos e tinha uma razão de ser...

Seguiam regras algo semelhantes aos essénios, aos nazarenos. Todos eles eram vegetarianos.

No texto bíblico há diversas alusões aos nazireus ou nazarenos. Uma delas encontramos em Números, Cap. 6: CONSAGRAÇÃO DOS NAZIREUS, EM ALGUMAS VERSÕES CONSAGRAÇÃO DOS NAZARENOS.

Em Provérbios, Cap. 20, vers. 1, surgem também dados sobre estas comunidades. Também em Juízes. Cap. 13 temos alusões a voto de nazireu. O mesmo podemos ver no Primeiro Livro de Samuel, no Cap. 1.

Quanto a Nazareno, origem da palavra, sua aplicação, incluindo a Jesus, há uma enorme confusão e as mais diversas opiniões.

Respeitamos a liberdade de expressão, como das traduções dos textos bíblicos. Para nós e não só, estamos perante um nome da família dos Nazireus. Seus votos eram iguais, suas filosofias idênticas, quanto à ligação à cidade de Nazaré, são opiniões.

Ambos, Nazireus e Nazarenos eram vegetarianos, como estudavam astrosofia, medicina, enfim investigavam as ciências do espírito e as naturais, numa visão panzoísta, isto é, a Vida está em toda a parte, mais tarde usada pelo Cristo da Idade Média, São Francisco de Assis.

Os principais Mosteiros destas comunidades foram os de Éfeso, onde viveu o apóstolo amado de Cristo, São João Evangelista, com a Virgem Maria, local onde, agora, se considera como tendo sido o do Seu nascimento para o santo etéreo monte; e o do Monte Carmelo.

Já Moisés era Nazireu, como muitos Profetas, daí Daniel ser vegetariano.

Hipócrates, denominado o Pai da Medicina bebeu muito da sua arte e ciência, dos nazireus, dos nazarenos.





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VII



Os Essénios e Jesus

O que sabemos sobre os Essénios? As recentes e valiosas descobertas dos papiros da gruta de Qumran, sobre esta Escola de Iniciação o que revelam verdadeiramente?

Alguma vez podemos encontrar algo escrito seja dos Essénios ou dos Nazireus ou de alguma Escola de Iniciação idónea que não dá títulos, nem honras, nem pseudoiniciaçõ es, nem leva dinheiro, que revele a sua sabedoria e a sua vida íntima?

O que escreveu Jesus-Cristo? Nada.

O que escreveu o Iniciado Sócrates, na sua Escola Grega? Nada.

O que foi revelado pelos rosacruzes até ao século XVII? Nada. Contudo, o símbolo já existia antes de Cristo e é com Ele que recebe novo impulso.

Sabemos que essénio virá do grego Essaioi , e este provavelmente do aramaico, (idioma ligado ao fenício e ao hebreu) asayyã que significa “terapeuta”.

Segundo o grande historiador Josefo sabemos que esta Comunidade terá vivido mais ou menos cem anos A.C. e cem anos D.C. Mas, ela não será mais antiga e não terá sobrevivido mais tempo?

Quanto a Filo de Alexandria relata-nos que tinham os bens em regímen de comunidade, tal como sucedeu com os primitivos cristãos. Em ambos os casos, era voluntário, partia do nível elevado espiritual dos seus membros. Nada era imposto.

Entre os seus membros, uns viviam em celibato voluntário, outros casavam; tinham provas no caminho iniciático. Uns viviam em comunidade; outros estavam espalhados pelas cidades.

Em todos os casos, viviam em Fraternidade, o Amor imperava, como o trabalho, a oração, a hospitalidade aos peregrinos e viajantes, tratavam os doentes com amor e sabedoria.

No campo alimentar, seguiam o vegetarianismo, pois o amor ao próximo incluía os irmãos mais novos, os animais, era um ideal que vinha de dentro e não por outros motivos, designadamente estéticos.

Mais tarde os romanos destruíram os Mosteiros desta Comunidade Judaica como destruíram tudo o que encerrava valor espiritual; a perseguição foi contra os cristãos, como contra os essénios que, no fundo, eram cristãos.

Tal como o rosacruz jamais deve intitular-se como tal, também os nazarenos que eram uma comunidade essénia, não se intitulavam essénios.

A Virgem Maria, como São José eram essénios, Jesus viveu entre eles até aos 30 anos, a partir de então recebe Cristo. Com Ele a doutrina dos essénios, como dos nazarenos e dos nazireus é fortificada e ampliada, Sua Filosofia Universalista e não só de raízes judaicas, vai espalhar-se por toda a parte, porque Cristo é o Único Salvador, e seu Reino será uma realidade quando a maioria de todos nós formos canal da Sua Luz e do Seu Amor.

Então viveremos o vegetarianismo por Ideal.





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VIII



Hipócrates, O Pai da Medicina

Que o teu alimento, seja o teu medicamento.



Hipócrates

Quem é que já não ouviu falar em Hipócrates? Bem, muitas pessoas, mas também muitos o ignoram. Não será de admirar, porque todos nós somos ignorantes. Nós somos, ninguém sabe tudo, aliás o que pensamos saber não é mais do que nada em relação ao que desconhecemos.

Pois é, Hipócrates foi um célebre médico, já filho de um outro da arte de Apolo, cujas datas do nascimento e da morte se ignoram, apontando-se para o ano de 460 a.C. o seu nascimento, como terá vivido mais de cem anos, 350 pode ser uma data provável da sua morte.

Seja como for, deixou obra notável.

Podemos considerá-lo como o inventor da ciência e arte médica.

Ainda, hoje, os médicos prestam o seu juramento na base do de Hipócrates que fez Escola para Iniciados, dado que a arte de curar era considerada como sagrada.

Vivendo no século de Péricles, do período áureo da Atenas, da antiga Grécia, como dos tempos de Platão e de tantos outros, viajou por muitos países, incluindo pela Palestina.

Bem, a verdade é que antes dele já existia medicina, já em diversas culturas era praticada e alvo de investigações, só que Hipócrates deu-lhe um novo impulso, daí ser conhecido pelo “Pai da Medicina” embora tal título seja algo exagerado.

Sua obra vai desde a Anatomia até à influência do clima na saúde, o que está actualizada, em parte.

Também no campo do Nutricionismo que desenvolveu, eis o defensor do vegetarianismo, do valor dos alimentos para a prevenção e cura das enfermidades.

Como nem só do pão vive o homem os métodos de prevenção e de cura têm de ser muito mais abrangentes, em todos os domínios. Os pensamentos e as emoções envenenam o nosso corpo, por vezes mais do que muitos dos alimentos.

Por isso, cada vez se defende a chamada medicina neo-hipocrática, que englobará todo o progresso real para as áreas da prevenção e da cura, com mente aberta a todas as correntes desta grande e valiosa área, no que cada uma tenha de real valor e em que entrem todos os profissionais de saúde, com mentalidade humilde e amorosa.

Vale a pena ler o juramento de Hipócrates tal como ele redigiu, entre eles que jamais um médico deve usar um medicamento para obstar a concepção ou a gestação; como deve ser gratuita, etc, etc.





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IX



A Escola de Pitágoras

e

As Comunidades Órficas

Muito se tem escrito sobre estas duas correntes, por vezes, com algum menosprezo, até chamando de seitas; quando sectários são fundamentalistas, fanáticos, podendo até serem a maioria, em determinado período da História.

Na realidade, ambas as Escolas tinham algo de secretismo e isso leva a muitas considerações, até a calúnias.

Aos pitagóricos que tinham como emblema, entre eles, o pentagrama, algo semelhante ao da Rosacruz, se devem estudos valiosos sobre a música, com estudos matemáticos e físicos sobre os sons, as notas, as vibrações, os intervalos musicais. Também a eles se devem estudos de enorme valor sobre a astronomia. Já Pitágoras defendia que a Terra girava em torno do Sol e não ao invés, como até Copérnico se acreditou. Este mesmo foca o saber pitagórico sobre esta área. Ora Pitágoras viveu no século VI a.C.

O que se sabe sobre ele, muito pouco. Não é de admirar. Sabe-se mais sobre a Escola dos Pitagóricos e sobre esta o que foi escrito, que valor terá?

Bem, defensores da doutrina dos renascimentos não seria do agrado de alguns filósofos, mais ou menos escolásticos, como dos ateístas.

É verdade que esta Escola devia ter continuado a sua missão na área filosófica e científica e jamais entrar na política o que veio a suceder. Com este desvio…eis que entraram fortemente nos senhores dos poderes terrenos e sofreram os efeitos.

No campo religioso, além de uma visão algo panzoísta sobre a vida, seguiam o regímen vegetariano, como avançaram no estudo da numerologia, numa óptica metafísica.

Quanto ao orfismo, doutrina filosófica panzoísta, tem muitos pontos de união com as dos Nazireus, desde o regímen vegetariano, evitar contacto com os mortos, seguir uma vida de pureza, usavam vestes brancas, como símbolo dessa aspiração.

Como meios para libertarmo-nos do ciclo dos renascimentos devemos cultivar as virtudes, levando uma vida com valores éticos, elevados.

Enfim, em praticamente todas estas Escolas além de seguirem o vegetarianismo como ideal, surgem a crença e o conhecimento da Lei do Renascimento e a necessidade de trabalhar em diversas áreas, desde as ciências às artes, como de orar e de servir com pureza e amor.





Vegetarianismo



X



Depois de Cristo

As hipóteses da sobrevivência dos seres humanos na Terra,



como a saúde de cada qual serão altamente aumentadas



na medida em que se fizer a mudança para o vegetarianismo.



Albert Einstein

Muitas Escolas continuaram os Puros Ideais oriundos de um passado mais ou menos remoto.

Desde os Alquimistas, aos Paracelsianos, aos Rosacrucianos, até a muitos membros de Ordens Religiosas, o vegetarianismo foi sempre cultivado como Ideal.

Antes porém, a maioria das grandes figuras da História foram vegetarianas.

Além das que já mencionámos, muitos dos quais nem sabemos o nome, temos Confúcio, Buda, Jâmbico, Plutarco, Séneca; depois de Cristo: Plotino, Porfírio, Orígenes, São João Crisóstomo, S. Jerónimo, São Clemente de Alexandria, Leonardo da Vinci, Beethoven, Voltaire, Leibniz, Paracelso, Goethe, Anne Besant, Max Heindel, e tantos outros, todos eles também defensores da Lei dos Renascimentos.

Um dos pensamentos mais interessantes sobre esta área foi emanado por esse grande escritor e anarquista Bernard Shaw: Quando o ser humano mata um tigre, é desporto; mas se o tigre mata um homem, é ferocidade.

Não devemos ser tão excessivos, mas sejamos claros, temos de ser prudentes perante os animais ferozes, de um modo geral todos são carnívoros, por Natureza, não o ser humano que nem dente sectório ou carniceiro tem, mas devemos subir nas asas do amor e da fraternidade até que tenhamos o poder de estar ao lado de qualquer animal sem perigo algum, podendo dizer, como São Francisco de Assis: meu irmão lobo.

Mas ele também dizia minha irmã água, esta a nossa principal bebida, fonte de vida, sem a qual não podemos evoluir na Terra.

Aqui eis um campo que vamos focar mais à frente e que cada vez mais nos está afectando.

Podemos viver sem petróleo, mas não sem água.

E o que temos feito com este bem precioso?

Como estão os rios e os oceanos? E as linhas de água? Os nascentes? Como estão os solos? A nossa irmã terra? E o nosso irmão vento?

Vegetarianismo a base da ecologia eis uma necessidade cada mais urgente.





Vegetarianismo



XI



Ecologia e o Naturismo

Cada vez mais se fala sobre o meio ambiente, desde o aquecimento global, à camada do ozono, à poluição das águas, do ar, dos terrenos, às influências na nossa saúde, às alterações climatéricas, ao futuro deste planeta e dos seres vivos que nele evoluem.

Sabemos quais são as causas, logo só há um caminho é suprimi-las pois enquanto não forem eliminadas, tudo como dantes...

Urge mudar de hábitos em muitos sectores e um deles reside na alimentação, assunto que cada vez está mais na ordem do dia pois a comunidade científica começa a estar atenta, reconhecendo o valor do vegetarianismo para a saúde, como meio de prevenção e de cura, como um dos meios mais valiosos para ajudar a resolver os problemas graves que a todos nos afectam sobre o meio ambiente.

Há já muitos estudos sobre comparações entre os regimes omnívoros e os vegetarianos em que estes são incomparavelmente mais ecológicos que os outros.

A agricultura biológica é uma necessidade urgente. Portugal necessita de progredir muito mais nesta área; basta saber as percentagens dos países nórdicos, como da Alemanha, da Áustria e a nossa; a diferença é enorme.

Ora além de melhorar o nosso meio ambiente, teríamos melhores condições para a prevenção das enfermidades como da sua cura.

Temos conversado com alguns agricultores, designadamente com os que já seguem a agricultura integrada que, como sabemos, já usa menos venenos para o meio ambiente e para os produtos alimentares e há um desejo de avançar, como até alguns reconhecem que vai ser a agricultura do futuro, só que há que incentivar, dando melhores condições, como os agricultores terão de saber viver em cooperativas desde a produção até à venda, com áreas muito maiores de cultivo, pois só assim será mais viável esta produção que ajudará à criação de um meio ambiente mais equilibrado.

Por outro lado, para se criar animais em enormes quantidades para consumo, que efeitos vêm desta área para o meio ambiente, desde o ar, a água, ao solo?

Bem, este assunto é algo que exige muita prudência. Há postos de trabalho, há muitos interesses, mas é urgente que cada qual veja por si o que deve fazer, pois todos somos responsáveis pela Terra que vamos entregar aos nossos filhos, netos e assim por diante.

E a nossa responsabilidade é grande.

Mudar de hábitos não é fácil, como a reconversão das indústrias, mas tudo é possível desde que tenhamos mente aberta, mais altruísmo, capacidade inovadora, já há leite de soja, manteiga de soja, queijo de soja e até chouriços de soja, incluindo vinho sem álcool, ginja sem álcool, sumos de frutos e assim por diante.

Há pastéis vegetarianos que muitos, quando estão a comer, pela primeira vez, pensam que têm carne e não.

Podemos mudar de hábitos. Aliás estamos mudando e mais rápido que por vezes pensamos. Isso vimos, há dias, no número de pessoas que vão, agora ao restaurante vegetariano da Sociedade Portuguesa de Naturalogia, com Sede em Lisboa.

Na realidade, chegou a Hora de mudar.





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XII



O Naturismo e a Medicina Preventiva

Cada vez mais se defende e se procura concretizar os ideais ligados à prevenção da enfermidade. É um positivo digno de ser realçado.

Cada vez mais se irá apostar nesta área muito importante: a prevenção.

Um dos campos valiosos está ligado ao Naturismo, como modo de estar, como forma de viver desde o cultivo de pensamentos puros e positivos, até emoções elevadas e aos hábitos alimentares e outros ligados mais especificamente ao corpo físico, parte de um todo.

Portanto urge cultivar o perdão, a humildade, o amor, a gratidão, a paciência e as outras qualidades, eliminando os defeitos, como praticar as boas emoções desde o culto da Beleza, como expressão divina, as Artes, a fraternidade em obras, etc. Por outro lado urge mudar de hábitos alimentares, mas com prudência e sabedoria; não se pode mudar de hábitos de qualquer forma, deve ser gradual, vindo de dentro, com conhecimentos e evitar erros alguns graves.

O sábio uso do naturismo que abrange a hidroterapia, termas, etc, até ao prudente uso do sol, como o contacto com a Natureza, melhor ambiente urbanístico, mais zonas verdes, e uso sábio dos alimentos como aconselhou o pai da medicina, Hipócrates, são caminhos a percorrer cada vez com mais vigor.

Está comprovado que o sábio naturismo ajuda a melhorar a imunidade do organismo, aumentam as alergias, urge mudar de hábitos alimentares como outros, desde agricultura biológica, melhoria do meio ambiente, uso de energias não poluentes, reciclagem, etc.

No regímen lacto-ovo-vegetaria no temos agora alguns problemas não só do abuso dos pesticidas, herbicidas, como de elementos nocivos usados para mais rápido crescimento tanto no reino vegetal como animal. Isto está causando sérios problemas nos solos, nas águas, no ar que respiramos, etc.

As últimas informações sobre estudos acerca dos produtos lácteos, com a mistura de certos elementos desde o IGF-1 até antibióticos estão sendo devidamente analisados e até proibidos, caso do Canadá e não só. Daí a alergia de muitas pessoas a estes produtos, passando a usar os de origem vegetal, desde leite de soja a outros com origem vegetal. E como vai esta área no reino vegetal?

Estamos já mudando em diversas áreas, mas temos de renovar muito mais. É urgente até para melhorar o clima...

Naturismo uma área valiosa para a prevenção que urge investigar, mais e melhor.





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XIII



O Naturismo e a Saúde

Sabemos, por experiência própria e não só que o regímen naturista tem grandes benefícios na saúde de cada um de nós.

Quando jovem, devido a erros meus e à lei da Causa e do Efeito, se não mudássemos de hábitos alimentares e não só, pois teríamos nascido para os mundos superiores. Entre as ajudas foi a de um médico licenciado pela Faculdade de Medicina de Lisboa, ele mesmo antes teve de mudar senão... e passou a tratar pelo sistema neo-hipocrático, dando valor à prevenção e à alimentação como meio auxiliar no tratamento, além dos outros meios que a medicina já possui.

Quando um animal é morto, naquele momento eis que todas as impurezas depositadas na urina do seu corpo se espalham por todo ele, além de tudo o resto, das emoções negativas que os animais já possuem até à sua decomposição. Mesmo cozida a carne, como o peixe, este morre por asfixia, processo doloroso, contêm toxinas em quantidade.

Por isso, face à evolução da humanidade começa a exigência de mudança de hábitos. Note-se que nos grandes centros populacionais, como mos países onde agora a carne começa a fazer parte da sua alimentação, China, etc, pois os problemas se estão agravando no campo da saúde e da poluição.

No regímen naturista podemos obter proteínas completas na soja e numa sábia combinação de cereais integrais, como ainda nos produtos lácteos e nos ovos, mas com consumo reduzido, e nos cogumelos.

Sendo assim, com o prudente uso das oleaginosas (amêndoas, nozes, avelãs, pinhões, azeite, um excelente produto que Portugal deve incentivar até como factor socioeconómico) temos alimentos ricos em diversos elementos benéficos, incluindo em gorduras insaturadas, úteis contra o colesterol formado no organismo e ingerido com o consumo de produtos de origem animal.

Como não devemos abusar de nada, eis que o consumo de alimentos proteicos, como as carnes, peixes, leguminosas secas, produzem problemas no nosso organismo, agravados ainda com a nossa vida sedentária.

Também, no campo naturista, nada de abusos. Um copo de sumo de cenoura é benéfico, um litro é prejudicial, além de estarmos gastando muito mal o dinheiro.

Enfim, é tempo de haver mais e melhor informação sobre todas estas áreas e como em tudo há que usar com conta, peso e medida.







Vegetarianismo



XIV



O Naturismo e a Medicina

Será sempre oportuno lembrar que grandes médicos na História da Medicina deram enorme valor à alimentação não só para o corpo físico como aos “alimentos” para os outros veículos, o corpo vital, composto por éteres, matriz do corpo denso, ligado às glândulas endócrinas, ao sistema nervoso simpático, aos cinco sentidos sensoriais, à energia sexual, ao sangue e até à memória; corpo de desejos, composto por matéria de desejos, veículo das emoções e sentimentos, ligado ao corpo físico pelo fígado, ao sistema nervoso cérebro-espinhal e aos músculos voluntários, e a mente.

Por isso, a prevenção e a cura exigem mudanças não só alimentares como de pensamentos, emoções e hábitos de vida.

No caso que estamos focando, o regímen naturista devidamente aplicado é altamente benéfico em todas as enfermidades.

Estudos de várias Faculdades de Medicina de diversos países desde a Grã-Bretanha, da Bélgica, dos USA, etc, comprovam não só o valor do regímen vegetariano na prevenção como na cura, dado o seu valor em enzimas provenientes dos legumes verdes, dos frutos.

Comer vegetais e frutos crus são benéficos tanto para o aparelho digestivo, como circulatório, renal e até ao nível do aparelho endócrino e do sistema nervoso.

É importante, ter bons conhecimentos não só na Ciência da Nutrição como saber mudar de hábitos, desde a forma como se trabalha, como se descansa, vida sedentária é altamente prejudicial, vícios como o tabagismo e outros não devem fazer parte da vida de um naturista, até porque a alimentação vegetariana ajuda a eliminar esses maus hábitos.

Comer com tranquilidade, em ambiente sereno, mastigar bem os alimentos, aqui lembremos a sabedoria oriental: coma os líquidos e beba os sólidos, isto é, os líquidos devem ser ingeridos, em pequena quantidade e mastigando-os; os sólidos devem ser mastigados até estarem em estado líquido; evitar os fritos, eis alguns bons hábitos.

Como bons alimentos purificadores temos o limão que deve ser usado fora das refeições, o ideal é tomá-lo em sumo diluído em água ou laranja em jejum, com mel, e só depois de uma hora e meia é que se deve tomar o pequeno-almoç o. Como em tudo, cada pessoa é um caso em si, tal como um medicamento químico pode ajudar a salvar uma pessoa, o mesmo pode matar outra; também cada pessoa deve procurar ver que alimentos são mais benéficos ou os que lhe causam problemas. Em tudo nada de abusos.

Nada de abusar também dos doces, especialmente que contenham açúcar industrializado. Usar frutose ou mel.



DELMAR DOMIGOS DE CARVALHO

INDICAÇÃO 2



Pra você que estar enjoado das programações  dos domigos, indicamos, SOCIEDADES DOS POETAS MORTOS, um dos melhores fimes produzidos, na direção de Peter Weir, conta a história de um professor de poesia que ensina aos jovens a serem livres, em um colégio ortodoxo. O filme é um pouco antigo, então é melhor procura o dawnload no google.

domingo, 11 de outubro de 2009

11 de setembro de 1996-RENATO RUSSO

EXATAMENTE nesse dia, caros leitores, nós ficamos ofãos do nosso grande mestre, o cara que cantou e encatou uma toda geração... após montar o aborto elétrico, montou a legião urbana, o própio nome já diz, levava uma legião de fãs. Renato morreu de HIV, com 45 quilos, nesse exatamente dia 11 de outubro, dia de N.s. de Zenaide, padroeira de uma cidade interiorana de Portugal.
Nossa pequena homenagem ao TROVADOR SOLITÁRIO.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Renato_Russo

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

TEMPO MÁGICO

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo.

Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação”, onde "tiramos fatos a limpo". Detesto fazer
acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena.

RUBEM ALVES

Tratei de expor um texto do Aguinalso Silva, é muito bom.

O assassinato cultural.

De vez em quando escrevo aqui sobre um tema bastante delicado, ao qual chamo de “assassinato cultural”: é a mania da assim chamada mídia de eleger alguém pra vítima, pra bode expiatório, e “matá-lo” aos poucos.

Essa morte em geral acontece em efígie: a vítima é ridicularizada, achincalhada, menosprezada... Quanto mais tenta se defender mais é objeto de críticas virulentas e debochadas, até que não lhe resta outra saída senão enlouquecer, sair de cena... Ou as duas coisas.

O que a mídia acha desses meus escritos?

Há sempre alguém nas redações que, após ler atentamente o que escrevi, simplesmente comenta:

“Que bicha mais doida!”

E assim desmerece o meu texto.

Mas vejam bem, quando escrevo sobre assassinato cultural, não quero dizer que sou vítima desse “crime”. De um modo geral a mídia me trata com respeito... Mesmo porque é difícil não fazê-lo com alguém cujo trabalho atrai a devoção fiel e diária de mais de 50 milhões de pessoas.

Mas se o novelista é bem tratado – menos pelos fifis, que não têm a menor importância -, o autor teatral e o romancista não merecem a mesma consideração: “98 TIROS DE AUDIÊNCIA”, o último livro que lancei, foi solenemente ignorado. Mereceu uma única resenha na revista “Isto É”, e eu soube que um editor de caderno literário, ao ser sondado sobre a possibilidade de publicar uma crítica ao seu autor, disse que não o faria e explicou porquê:

“Esse aí não é do ramo”.

E olha que era o meu décimo-quarto livro!

De vez em quando uma dessas “mortes” em efígie de que falei acima se transforma em morte verdadeira, como foi o caso recente de Clodovil Hernandes.

[...]
Por isso é importante transcrever aqui o que Talese disse sobre a morte de Michael Jackson - a mais notória de todas as vítimas recentes de “assassinato cultural” – numa entrevista à Folha de São Paulo:

"A imprensa deve desculpas a Michael Jackson", diz. "A forma como o trataram é horrível." Para ele, os problemas do astro pop - drogas, isolamento - se agravaram pela forma irresponsável com que a imprensa lidou com as acusações de abuso sexual que pesavam sobre ele. "Morreu difamado antes de ter morrido."
"Seja qual for a razão que o legista der para a morte, não vai fazer diferença. Ele começou a morrer quando as acusações ganharam as manchetes. Em conluio com os acusadores, estava a mídia americana." E mais adiante:
"Agora que Michael Jackson está morto todos se lamentam, como se sua morte fosse uma tragédia nacional. Mas ele já era uma tragédia nacional todos esses anos e ninguém o ajudou. Viveu em infâmia."

Aguinaldo silva, Publicado no blog dia 3/07/2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Texto a um certo Professor...



POR RAMON MORAYS

Não posso chamar esse professor de educador, pois com certeza ele não tem nada de educado, como agredia a mim e a cultura de todos os baianos, querido o abordarei em mídia pública. Trata-se do professor da UFBA, que posteriormente falou do baixo QI dos baianos.'o baiano toca berimbau porque só tem uma corda. Se tivesse mais, não conseguiria'. Disse o Professor Antônio Natalino Manta Dantas ainda que berimbau é instrumento de quem tem 'problemas cognitivos'.






Um grande sem vergonha, por isso de ter indignado a Bahia e seus oriundos público aqui no meu blog, para que todos possam ver um texto do publicitá rio Nizan Guanaes:






SOU BAIANO






Quando eu conheci Jorge Amado em Paris, ele me levou para almoçar num bistrô perto do seu apartamento no Marais. Ao longo do caminho, fiquei pensando em algo bem inteligente para impressionar o grande escritor. Ao sentarmos à mesa ele disparou: 'Nizan, você já reparou como a bunda da mãe Cleusa é grande?'






A Bahia é assim. Desconcertante. Pense num absurdo, multiplique por dois: na Bahia já aconteceu.






Há em Salvador uma casa funerária que se chama Decorativa e uma companhia de táxi aéreo que se chama BATA (Bahia Táxi Aéreo). É dentro deste espírito esportivo que a Bahia surpreende desde 1500.






Caetano Veloso me disse rindo que os baianos e os judeus se julgam raças eleitas e (sic) que ambos têm razão. Se somos ou não raça eleita, há controvérsias. Mas que é uma raça privilegiada não há dúvida. Castro Alves, Rui Barbosa, Jorge Amado, Assis Valente, João Gilberto, Caetano, Gal, Gil, Betânia, Daniela Mercury, Glauber Rocha, Dorival e Nana Caymmi, Raul Seixas, Ivete Sangalo e agora Piti.






Não pode ser coincidência. E não é. É fruto da energia que o índio enterrou e que o português descobriu misturado com o axé que o negro trouxe. É essa energia que buscam os cansados, os estressados, os sem esperança, os de alma ou cadeira dura.






E a Bahia os escolhe com sua graça e sua benção. Dianne Vreeland diz na peça Full Gallop, grande sucesso na Broadway, que o azul mais bonito é o céu da Bahia. Tudo na Bahia tem luz, sobretudo as pessoas. Que em sua simplicidade, com sua fé, com suas peles negras e dentes alvos, dançam, cantam e iluminam um mundo rico, mas cada vez mais pobre.






Um desses endinheirados, mas pobre de espírito, certa vez resolveu pegar no meu pé, numa festa, e me perguntou: 'Se a Bahia é tão boa, porque você não mora lá?'. O Orixá me ajudou e eu respondi na lata: 'Porque lá não me destaco, todos são baianos.'






*Texto de Nizan Guanaes resposta ao Prof. da Ufba

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

INDICACÃO...

Nós indicamos  o livro O DIÁRIO DE ANNE FRANK, uma ótima leitura para os jovens quanto para os adultos, também tem o filme, que recebe o mesmo título.


BOA LEITURA OU BOM FILME.
_BLOGÃO_

UM HOMEM QUE O BRASIL PRECISA ATUALMENTE...

Rui Barbosa (R. B. de Oliveira), advogado, jornalista, jurista, político, diplomata, ensaísta e orador, nasceu em Salvador, BA, em 5 de novembro de 1849, e faleceu em Petrópolis, RJ, em 10 de março de 1923. Membro fundador da Academia, escolheu Evaristo da Veiga como patrono da Cadeira nº. 10 da Academia Brasileira de Letras.




O pai, João Barbosa de Oliveira, foi um homem voltado para os problemas da educação e da cultura. Durante anos, dirigiu a Instrução Pública de sua província. Foi ele a principal influência na formação do filho, orientando-o no amor à leitura dos clássicos e no respeito à documentação em suas pesquisas.



Depois dos estudos preparatórios na província natal, foi fazer o curso jurídico em Recife. Conforme tradição da época, transferiu-se, em 1868, para a Faculdade de Direito de São Paulo. Lá foi proposto sócio, juntamente com Castro Alves, do Ateneu Paulistano, então sob a presidência de Joaquim Nabuco. Em sessões cívicas organizadas pelo Ateneu, recita poemas seus. Antes do fim de seu segundo ano do curso, já era jornalista conhecido. Após a formatura, em 1870, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde iniciou a carreira na tribuna e na imprensa, abraçando como causa inicial a abolição da escravatura. Deputado provincial, e depois geral, preconizou, juntamente com Joaquim Nabuco, a defesa do sistema federativo. Convidado para ministro do Gabinete Afonso Celso, pouco antes da proclamação da República, Rui Barbosa recusou o cargo, porque este era, no momento, incompatível com suas idéias federativas. Proclamada a República, Rui foi escolhido para Ministro da Fazenda do Governo Provisório, e respondeu, durante algum tempo, pela pasta da Justiça. Eleito senador pela Bahia à Assembléia Constituinte, seus conselhos prevaleceram nas reformas principais e a sua cultura modelou as linhas fundamentais da Carta de 24 de fevereiro de 1891. Discordando do golpe que levou Floriano Peixoto ao governo, requereu habeas-corpus em favor dos cidadãos presos pelo governo ditatorial de Peixoto. Como redator-chefe do Jornal do Brasil, abriu campanha contra a situação florianista. Em 1893, foi obrigado a se exilar. Dirigiu-se, em primeiro lugar, para Buenos Aires, depois para Lisboa, onde alguns incidentes levaram-no a escolher Londres. Escreveu, então, as famosas Cartas da Inglaterra para o Jornal do Commercio. Foi a primeira voz a levantar-se no mundo contra o processo Dreyfus.



Restaurada a ordem no Brasil, em 1895 Rui Barbosa regressou do exílio. Tomou assento no Senado, no qual se conservaria até à morte, sucessivamente reeleito. Destacam-se os seus trabalhos na redação do Código Civil. Epitácio Pessoa, então Ministro da Justiça, havia entregue essa tarefa a um jovem jurista pernambucano, Clóvis Beviláqua. Rui se opôs à pressa com que o governo realizara a obra. Depois de revisto por várias comissões, foi o projeto ao Senado, em 3 de abril de 1902, e Rui Barbosa escreveu, em poucos dias, o seu “Parecer”, que o levaria a uma polêmica, durante a qual sua “Réplica” se tornaria famosa. Em 1905, a Bahia levantou sua candidatura à presidência da República, mas Rui abriu mão da mesma para decidir a favor de Afonso Pena.



Quando, em 1907, o czar da Rússia convocou a 2ª. Conferência da Paz, em Haia, o Barão do Rio Branco, no Ministério das Relações Exteriores, escolheu primeiramente Joaquim Nabuco para chefiar a delegação brasileira, mas a imprensa e a opinião pública lançaram o nome de Rui Barbosa. Joaquim Nabuco recusou o lugar e dispôs-se a ajudar, com informações de toda a espécie, o trabalho de Rui Barbosa, investido de uma categoria diplomática não desfrutada até então por nenhum país da América Latina.



Seu papel em Haia foi de grande importância. Bateu-se, sobretudo, pelo princípio da igualdade jurídica das nações soberanas, enfrentando irredutíveis preconceitos das chamadas grandes potências. Além de nomeado Presidente de Honra da Primeira Comissão, teve seu nome colocado entre os “Sete Sábios de Haia”. Os outros eram: o Barão Marshall, Nelidoff, Choate, Kapos Meye, Léon Bourgeois e o Conde Tornielli. De volta ao Brasil, interveio no início da sucessão presidencial. Apresentada a candidatura do Marechal Hermes da Fonseca, a ela se opôs, lançando-se em sua campanha civilista, de grande repercussão em todo o país. Em 21 de julho de 1910, contestou perante o Senado a eleição do Marechal.



Em 1913, fundou o Partido Liberal, sendo mais uma vez indicado para a presidência da República, candidatura de que desistiu. No ano seguinte, combateu o estado de sítio, numa série de discursos no Senado. Durante a I Guerra Mundial, tomou o partido dos aliados e produziu discursos lapidares de execração à tirania e ao imperialismo. Nomeado embaixador especial para as festas centenárias da Independência argentina (1916), pronunciou notável conferência sobre as “Modernas concepções do Direito Internacional”, definindo os deveres dos países neutros. Em 1918, o Brasil comemorou o jubileu cívico de Rui Barbosa e quase o mundo inteiro associou-se a essa consagração. Convidado pelo Presidente Rodrigues Alves para representar o Brasil na Conferência da Paz de Versalhes, recusou a embaixada, expondo em famosa carta, dirigida ao chefe da Nação, as razões da incompatibilidade. Em 1919, foi novamente levantada sua candidatura à presidência da República, e ele percorreu vários Estados, em campanha contra a decadência dos nossos costumes políticos. A vitória da campanha foi anulada pela intervenção militar. Por divergências, daí resultantes, com o Governo Epitácio Pessoa, em 1920, recusou a representação do Brasil na Liga das Nações. Dentro das comemorações do seu jubileu jurídico, como paraninfo dos bacharelandos de São Paulo, escreveu e proferiu a Oração dos moços. Em 1921, foi eleito juiz da Corte Internacional de Justiça, como o mais votado, recebendo as mais significativas homenagens do Brasil e de todo o mundo. Em 1922, proferiu o último discurso no Senado, concedendo o estado de sítio ao governo para dominar o movimento revolucionário. A notícia do seu falecimento, em 10 de março de 1923, foi comentada no mundo inteiro. O Times, de Londres, dedicou-lhe um espaço nunca antes concedido a qualquer estrangeiro.



Na produção imensa de Rui Barbosa, as obras puramente literárias não ocupam a primazia. Ele próprio questionou se teria sido um escritor por ocasião do seu jubileu cívico, a que alguns quiseram chamar “literário”. Num discurso em resposta a Constâncio Alves, destacou de sua obra as páginas que poderiam ser consideradas literárias: o elogio de Castro Alves, a oração do centenário de O Marquês de Pombal, o ensaio Swift, a crítica do livro de Balfour, incluída nas Cartas de Inglaterra, o discurso do Liceu de Artes e Ofícios sobre o desenho aplicado à arte industrial, o discurso do Colégio Anchieta, o discurso do Instituto dos Advogados, o Parecer e a Réplica acerca do Código Civil, as traduções de poemas de Leopardi e das Lições de coisas de Calkins, e alguns artigos esparsos de jornais. A esta relação, Américo Jacobina Lacombe acrescentou alguns dos discursos que Rui proferiu nos últimos cinco anos de vida, como os do jubileu cívico e a Oração aos moços, as outras produções reunidas em Cartas de Inglaterra, o discurso a Anatole France, e o discurso de adeus a Machado de Assis. A produção jornalística puramente literária, a que Rui se referiu genericamente como “alguns artigos esparsos de jornais”, daria alguns alentados volumes.




fonte:http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=193&sid=146